Obras para conter enchentes não saem do papel e Tripoli cobra explicações do Executivo Imprimir E-mail
Qua, 09 de Setembro de 2009 00:00
O vereador Roberto Tripoli (PV) fez mais um alerta sobre os graves prejuízos para a cidade, provocados pelo congelamento de recursos decidido pelo Executivo. Durante a reunião da Comissão de Finanças, no dia 9 de setembro de 2009, Tripoli falou de sua preocupação pelos danos causados pelas recentes chuvas, e questionou o Executivo, através de requerimento, solicitando informações sobre projetos essenciais de combate a enchentes que constam no orçamento, mas não estão sendo executados.
 
 

Foto: RenattodSousa
 
Para o parlamentar, é inadmissível que a esta altura do ano, a Prefeitura ainda não tenha celebrado convênio com o Estado para liberação de R$ 14 milhões consignados no orçamento de 2009 para a construção de reservatórios e piscinões. Outros R$ 9 milhões liberados pelo BID para controle de inundações não foram utilizados por falta de projeto. “E a cidade está cada vez mais encharcada” disse o vereador, inconformado com a situação. “Projetos como execução de galeria de captação de águas pluviais do Córrego Verde – Zona Oeste, Avenida Nova Independência e Rua dos Guararapes – Zona Sul, Avenida Nordestina e Rua de Saracura – Zona Oeste, constam no orçamento , mas não saíram do papel”, denunciou Tripoli.

O vereador abordou ainda o importante projeto cultural para a cidade, que vem trazendo muitas dúvidas. Trata-se da Vila Itororó, construída pelo tecelão português Francisco de Castro entre 1922 a 1929. A obra, com suas 37 casas e um palacete, é considerada a primeira vila urbana de São Paulo. Devido ao seu valor histórico e por encontrar-se totalmente degradada, foi objeto de desapropriação por decreto em 2004, para possibilitar obras de revitalização e construção de um pólo cultural, abrangendo biblioteca, cinema e salas expositivas. Os moradores do local, alguns há mais de 30 anos, entraram na Justiça pleiteando usucapião e protestaram por não terem participado das negociações para desocupação da área.

Somente no mês passado, a Justiça determinou a posse da vila histórica para a Secretaria de Estado da Cultura, que irá repassá-la à Prefeitura (Secretaria Municipal de Cultura), por ser esta a responsável pela elaboração e execução do citado projeto de revitalização. Por acordo com os moradores, a Prefeitura de São Paulo pagará uma bolsa-aluguel no valor mensal de R$ 300,00 durante o período de um ano, enquanto aguardam reforma contratada pelo Estado, de um prédio a três quadras da vila, que deverá abrigar essas famílias por meio de um financiamento da Companhia de Desenvolvimento Habitacional – CDHU. Tripoli protocolou requerimento indagando o Executivo sobre o dispêndio total estimado para pagamento da bolsa-aluguel, previsão de início e tempo de duração das obras de revitalização e custo total estimado, incluindo estudos técnicos e croquis do projeto.

Informações:
Mário Seabra
Assessor Técnico do
Gabinete do Vereador Roberto Tripoli (PV)
11-3396-4821
 
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